{"id":15481,"date":"2024-06-15T12:01:49","date_gmt":"2024-06-15T15:01:49","guid":{"rendered":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2024\/06\/febre-oropouche-entenda-a-doenca-e-possiveis-motivos-para-aumento-de-casos\/"},"modified":"2024-06-15T12:01:49","modified_gmt":"2024-06-15T15:01:49","slug":"febre-oropouche-entenda-a-doenca-e-possiveis-motivos-para-aumento-de-casos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2024\/06\/febre-oropouche-entenda-a-doenca-e-possiveis-motivos-para-aumento-de-casos\/","title":{"rendered":"Febre Oropouche: entenda a doen\u00e7a e poss\u00edveis motivos para aumento de casos"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure id=\"attachment_5900055\" style=\"width: 100%;max-width: 740px\" class=\"wp-caption alignnone\">\n<div class=\"caption-meta\"><a href=\"https:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d.jpg\" download class=\"attachment-download\"><i class=\"fa fa-download\"><\/i>Download<\/a><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-5900055\" src=\"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"493\" srcset=\"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg 300w, https:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Exemplar do mosquito Culicoides paraenses, vetor da doen\u00e7a no Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos \u00faltimos meses, o Brasil vive um aumento de casos da Febre Oropouche, doen\u00e7a end\u00eamica da Amaz\u00f4nia Legal, mas que tem se espalhado para al\u00e9m da regi\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o ao sul do pa\u00eds. A poss\u00edvel expans\u00e3o est\u00e1 sob investiga\u00e7\u00e3o das autoridades sanit\u00e1rias, mas uma maior vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica e os impactos do aquecimento global podem ser indicadores de que a mudan\u00e7a veio para ficar. Somente em 2024, o Brasil j\u00e1 registra mais de 6.600 casos confirmados da Febre Oropouche, a maioria concentrados no Amazonas (3,5 mil casos) e em Rond\u00f4nia (1,7 mil casos), embora com notifica\u00e7\u00f5es em todas as outras regi\u00f5es do pa\u00eds, de acordo com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a transmitida pelo mosquito <em>Culicoides paraenses<\/em>, conhecido como maruim ou mosquito-p\u00f3lvora, tamb\u00e9m foi notificada na Bahia, Acre, Esp\u00edrito Santo, Par\u00e1, Santa Catarina, Piau\u00ed, Roraima, Minas Gerais, Amap\u00e1 e Pernambuco. Casos tamb\u00e9m est\u00e3o sendo investigados no Rio de Janeiro, Mato Grosso, Paran\u00e1 e Maranh\u00e3o para se detectar a origem da infec\u00e7\u00e3o, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u201cO avan\u00e7o da doen\u00e7a ainda n\u00e3o pode ser considerado uma migra\u00e7\u00e3o de fato, j\u00e1 que houve ind\u00edcios de casos no Sudeste e Sul no passado, mas caber\u00e1 ao monitoramento epidemiol\u00f3gico observar se esse comportamento se manter\u00e1 nos pr\u00f3ximos anos\u201d, explica o gestor m\u00e9dico de desenvolvimento cl\u00ednico do Butantan Eolo Morandi.<\/p>\n<h2>Aquecimento global<\/h2>\n<p>As arboviroses (doen\u00e7as virais transmitidas principalmente por mosquitos), em geral, t\u00eam tido um comportamento anormal ao longo dos \u00faltimos anos pelo aquecimento, se manifestando at\u00e9 na Europa, na Am\u00e9rica Central e nos Estados Unidos. Tanto que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade passou a considerar grandes surtos de arboviroses como novas amea\u00e7as globais \u00e0 sa\u00fade \u2013 sobretudo os que t\u00eam ocorrido desde 2014 em \u00e1reas n\u00e3o end\u00eamicas. Diante do avan\u00e7o da Febre Oropouche por \u00e1reas incomuns no Brasil, \u00e9 poss\u00edvel aventar um impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas nessa din\u00e2mica, segundo o gestor m\u00e9dico.<\/p>\n<p>\u201cCom certeza o aquecimento global pode influenciar de alguma forma o comportamento da doen\u00e7a. Longas estiagens e o desmatamento na regi\u00e3o amaz\u00f4nica podem disseminar a ocorr\u00eancia destas doen\u00e7as para outras regi\u00f5es\u201d, afirma Eolo Morandi.<\/p>\n<p>\u201cEmbora a Febre Oropouche seja uma arbovirose menos comum e mais end\u00eamica ao Norte do Brasil, cabe o monitoramento dessas doen\u00e7as em outras regi\u00f5es mais ao Sul e Sudeste devido a essas mudan\u00e7as de comportamento clim\u00e1tico no pa\u00eds\u201d, ressalta.<\/p>\n<h2>Mais vigil\u00e2ncia<\/h2>\n<p>A Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica mais eficaz pode tamb\u00e9m ajudar a explicar a notifica\u00e7\u00e3o de casos fora da regi\u00e3o Norte. A infec\u00e7\u00e3o \u00e9 detectada por exames de RT-PCR de dois a cinco dias ap\u00f3s o aparecimento dos sintomas mais agudos. Como a sintomatologia \u00e9 bastante semelhante \u00e0 da dengue e da chikungunya, se esses diagn\u00f3sticos forem descartados, \u00e9 poss\u00edvel fazer a testagem para Febre Oropouche. \u201cCom a apura\u00e7\u00e3o e a reavalia\u00e7\u00e3o dos testes, pode-se chegar a mais casos da doen\u00e7a\u201d, esclarece o gestor m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Um exemplo disso foi o aumento das notifica\u00e7\u00f5es da doen\u00e7a em Minas Gerais. O estado, que tinha quatro casos notificados em maio, passou para mais de 70 em junho deste ano. Isso ocorreu porque alguns casos que n\u00e3o haviam sido notificados como dengue ou chikungunya foram novamente testados e confirmaram ser de Febre Oropouche.<\/p>\n<p>Segundo informativo da Secretaria de Estado de Sa\u00fade de Minas Gerais, a doen\u00e7a somente foi identificada este ano no estado devido \u00e0 Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5900054\" style=\"width: 100%;max-width: 761px\" class=\"wp-caption alignnone\">\n<div class=\"caption-meta\"><a href=\"https:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/AmazonasOropouche_interna-aab103984d129727.jpg\" download class=\"attachment-download\"><i class=\"fa fa-download\"><\/i>Download<\/a><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-5900054\" src=\"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/AmazonasOropouche_interna-aab103984d129727-300x200-1.jpg\" alt=\"\" width=\"761\" height=\"507\" srcset=\"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/AmazonasOropouche_interna-aab103984d129727-300x200-1.jpg 300w, https:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/AmazonasOropouche_interna-aab103984d129727.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 761px) 100vw, 761px\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">T\u00e9cnicos da Secretaria de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade do Amazonas inspecionam caixa d\u2019\u00e1gua atr\u00e1s de focos do mosquito que transmite a Febre Oropouche<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Saiba mais sobre a doen\u00e7a<\/h2>\n<h3><strong>1- Como o v\u00edrus \u00e9 transmitido?<\/strong><\/h3>\n<p>Existem dois tipos de ciclos de transmiss\u00e3o do v\u00edrus <em>Orthobunyavirus oropoucheense<\/em> (OROV). No ciclo silvestre, ou seja, em \u00e1reas de mata, tanto o mosquito <em>Culicoides paraenses<\/em> quanto o <em>Coquilletti diavenezuelensis<\/em> e o <em>Aedes serratus<\/em> podem carregar o v\u00edrus. No ciclo urbano, isto \u00e9, nas cidades, o <em>C.paraenses<\/em> \u00e9 o principal vetor, mas o <em>Culex quinquefasciatus<\/em>, conhecido como pernilongo ou muri\u00e7oca, tamb\u00e9m pode ocasionalmente transmitir o v\u00edrus, aponta o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>O mosquito infectado permanece com o v\u00edrus por alguns dias e consegue transmiti-lo ao picar humanos e animais, como macacos e bichos-pregui\u00e7a.<\/p>\n<h3><strong>2- Ele \u00e9 um v\u00edrus novo no Brasil?<\/strong><\/h3>\n<p>N\u00e3o. O v\u00edrus foi isolado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir de uma amostra de sangue de um bicho-pregui\u00e7a <em>(Bradypus tridactylus)<\/em> capturada durante a constru\u00e7\u00e3o da rodovia Bel\u00e9m-Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, casos isolados e surtos foram relatados no Brasil, principalmente nos estados da regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. Tamb\u00e9m j\u00e1 foram reportados casos e surtos em outros pa\u00edses das Am\u00e9ricas Central e do Sul, como Panam\u00e1, Argentina, Bol\u00edvia, Equador, Peru e Venezuela.<\/p>\n<h3><strong>3- Quais s\u00e3o os sintomas?<\/strong><\/h3>\n<p>S\u00e3o parecidos com os da dengue e da chikungunya: dor de cabe\u00e7a, dor muscular, dor nas articula\u00e7\u00f5es, n\u00e1usea e diarreia. Em caso de complica\u00e7\u00f5es, podem ocorrer manifesta\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas, como meningite e meningoencefalite, e manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas, todas consideradas muito raras. Os sintomas costumam ficar mais fortes entre o segundo e o s\u00e9timo dia, momento ideal para fazer o teste que pode comprovar ou n\u00e3o a doen\u00e7a. Idosos, crian\u00e7as e imunocomprometidos correm mais risco de complica\u00e7\u00f5es, embora elas continuem sendo consideradas raras at\u00e9 nestes grupos.<\/p>\n<h3><strong>4- Tem tratamento?<\/strong><\/h3>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 tratamento antiviral espec\u00edfico para a Febre Oropouche. \u00c9 indicado repouso e o uso de antit\u00e9rmico, em caso de febre, e dipirona em caso de dor, sob orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Semelhante \u00e0 dengue, \u00e9 contraindicado o uso de rem\u00e9dios como ibuprofeno, diclofenaco, \u00e1cido acetilsalic\u00edlico, \u00e1cido salic\u00edlico, diflunisal, salicilato de s\u00f3dio, metilsalicilato e os corticoides, para evitar manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas. Recomenda-se beber bastante \u00e1gua, pois quadros virais tendem a causar desidrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><strong>5- Tem como prevenir?<\/strong><\/h3>\n<p>Se poss\u00edvel, evite \u00e1reas onde h\u00e1 muitos mosquitos; use roupas que cubram bem o corpo e passe repelentes corporais para evitar picadas e espantar os mosquitos. Os mosquitos vetores tamb\u00e9m se proliferam em \u00e1gua parada, portanto, remova poss\u00edveis criadouros.<\/p>\n<p>Siga o canal \u201cGoverno de S\u00e3o Paulo\u201d no WhatsApp:<br \/><a href=\"https:\/\/bit.ly\/govspnozap\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/bit.ly\/govspnozap<\/a><\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/spnoticias\/ultimas-noticias\/febre-oropouche-entenda-a-doenca-e-possiveis-motivos-para-aumento-de-casos\/\">Febre Oropouche: entenda a doen\u00e7a e poss\u00edveis motivos para aumento de casos<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/\">Governo do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Download Exemplar do mosquito Culicoides paraenses, vetor da doen\u00e7a no Brasil Nos \u00faltimos meses, o Brasil vive um aumento de<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15482,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":""},"categories":[6],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"thumbnail":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"medium_large":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"large":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"1536x1536":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"2048x2048":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"colormag-highlighted-post":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"colormag-featured-post-medium":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false],"colormag-featured-post-small":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1-130x90.jpg",130,90,true],"colormag-featured-image":["http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Culicoides-paraensis_interna-0542d868c3fbde1d-300x200-1.jpg",300,200,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Redator","author_link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/author\/admin\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Download Exemplar do mosquito Culicoides paraenses, vetor da doen\u00e7a no Brasil Nos \u00faltimos meses, o Brasil vive um aumento de","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15481"}],"collection":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15481"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15481\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15482"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15481"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15481"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15481"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}