{"id":23501,"date":"2025-01-12T15:22:46","date_gmt":"2025-01-12T18:22:46","guid":{"rendered":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2025\/01\/quebra-de-patente-e-acompanhamento-podem-viabilizar-semaglutida-no-sus\/"},"modified":"2025-01-12T15:22:46","modified_gmt":"2025-01-12T18:22:46","slug":"quebra-de-patente-e-acompanhamento-podem-viabilizar-semaglutida-no-sus","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2025\/01\/quebra-de-patente-e-acompanhamento-podem-viabilizar-semaglutida-no-sus\/","title":{"rendered":"Quebra de patente e acompanhamento podem viabilizar semaglutida no SUS"},"content":{"rendered":"<div>\n<p style=\"text-align:center;\"><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-01\/quebra-de-patente-e-acompanhamento-podem-viabilizar-semaglutida-no-sus\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" style=\"height: 54px;\"><\/a><\/p>\n<p>A cidade do Rio de Janeiro planeja um novo programa de combate \u00e0 obesidade que vai oferecer medicamentos como a semaglutida e a liraglutida, inicialmente indicados para o controle da diabetes, mas que se popularizaram por causa do efeito da perda de peso.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1626616&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1626616&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><\/p>\n<p>De acordo com a Secretaria Municipal de Sa\u00fade, isso deve ser feito a partir de 2026, mas um grupo de trabalho j\u00e1 foi criado para planejar a melhor estrat\u00e9gia de uso do medicamento.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2024-08\/brasil-inaugura-fabrica-de-medicamentos-para-diabetes-e-obesidade\">Brasil inaugura f\u00e1brica de medicamentos para diabetes e obesidade.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2024-06\/cientistas-recebem-premio-por-descobertas-sobre-diabetes-e-obesidade\">Cientistas recebem pr\u00eamio por descobertas sobre diabetes e obesidade.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Apesar de ter causado algum alvoro\u00e7o, a iniciativa carioca n\u00e3o \u00e9 nova. A liraglutida j\u00e1 \u00e9 utilizada em cidades de Goi\u00e1s, Distrito Federal e Esp\u00edrito Santo, e tamb\u00e9m faz parte de protocolos de tratamento do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia do estado do Rio de Janeiro (Iede), do Hospital das Cl\u00ednicas e do Instituto da Crian\u00e7a da Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 indicativo de incorpora\u00e7\u00e3o dessas subst\u00e2ncias no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<p>Em 2023, a fabricante Novo Nordisk pediu que a Comiss\u00e3o de Incorpora\u00e7\u00e3o de Tecnologias no SUS (Conitec), avaliasse a inclus\u00e3o, mas o parecer foi negativo. Apesar dos estudos que mostram a efici\u00eancia do medicamento, a estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio foi considerada elevada: R$ 12,6 bilh\u00f5es em 5 anos.<\/p>\n<p>Mas esse cen\u00e1rio pode mudar num futuro pr\u00f3ximo. Depois da queda da patente, outros laborat\u00f3rios passaram a produzir medicamentos a base de liraglutida, e, em dezembro do ano passado, a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria autorizou o uso no Brasil dos dois primeiros deles, produzidos pela EMS. Com mais concorr\u00eancia, a tend\u00eancia \u00e9 de que o pre\u00e7o do medicamento diminua.<\/p>\n<p>J\u00e1 a semaglutida permanece como patente exclusiva da Novo Nordisk at\u00e9 mar\u00e7o de 2026 e, por enquanto, n\u00e3o \u00e9 usada por nenhum servi\u00e7o p\u00fablico. Nas farm\u00e1cias, o pre\u00e7o das ampolas para um m\u00eas de uso varia de R$ 800 a R$ 2 mil, dependendo da dosagem.<\/p>\n<p>A liraglutida \u00e9 um pouco mais barata e pode ser comprada por cerca de R$ 700, mas exige aplica\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, enquanto a semaglutida deve ser injetada uma vez por semana.<\/p>\n<p>A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Karen de Marca se diz otimista com a ado\u00e7\u00e3o dos medicamentos na rede p\u00fablica do Rio e com a possibilidade de que isso inspire outros entes p\u00fablicos na mesma dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m \u00e9 diretora t\u00e9cnica-assistencial do Iede, uma das unidades p\u00fablicas do Brasil que j\u00e1 utilizam a liraglutida em alguns pacientes.<\/p>\n<p>&#8220;Essas medica\u00e7\u00f5es s\u00e3o da classe dos agonistas do GLP-1. Nos estudos se percebeu que ela conseguiu um bom controle glic\u00eamico e tamb\u00e9m ajudou na manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de insulina. \u00c9 uma mol\u00e9cula bem completa, n\u00f3s temos receptores pra essa mol\u00e9cula em diversos \u00f3rg\u00e3os do corpo, desde o sistema nervoso central, onde ela ajuda \u00e0s vezes no componente de saciedade, por isso que a gente come\u00e7ou a perceber que al\u00e9m de controle do diabetes, ela tamb\u00e9m pudesse ser \u00fatil ao paciente com obesidade&#8221;, explica a especialista.<\/p>\n<p>A vice-presidente da SBEM considera que a ado\u00e7\u00e3o desses medicamentos no servi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade \u00e9 uma estrat\u00e9gia interessante tamb\u00e9m pelos estudos que demonstram diminui\u00e7\u00e3o da mortalidade por doen\u00e7a cardiovascular, e das ocorr\u00eancias de doen\u00e7as cr\u00f4nicas como hipertens\u00e3o arterial.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Quando a gente pensa em introduzir uma medica\u00e7\u00e3o no Sistema \u00danico de Sa\u00fade, voc\u00ea tem que pensar no real benef\u00edcio, para quem ela serve, quanto ela custa e o que ela vai economizar. Ent\u00e3o se a gente pensar que \u00e9 uma mol\u00e9cula bastante complexa, que consegue melhorar o controle glic\u00eamico, controlar o peso e fazer uma perda de peso que pode chegar a at\u00e9 25%, ainda por cima com benef\u00edcios cardiovasculares, que \u00e9 a principal causa de morte dos pacientes diab\u00e9ticos com obesidade, \u00e9 muito interessante. E voc\u00ea diminui custos por interna\u00e7\u00e3o cardiovascular, por complica\u00e7\u00f5es da diabetes, por amputa\u00e7\u00e3o, custo de rem\u00e9dio pra hipertens\u00e3o, pra doen\u00e7a renal.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Essa \u00e9 a principal justificativa da Prefeitura do Rio para adotar o medicamento. O secret\u00e1rio municipal de sa\u00fade Daniel Soranz acredita que ele pode acabar representando uma economia para os cofres p\u00fablicos:<\/p>\n<p>&#8220;Hoje o Rio de Janeiro gasta mais ou menos R$ 130 milh\u00f5es por ano com interna\u00e7\u00f5es provenientes de problemas com diabetes e obesidade. A expectativa \u00e9 de que, com a semaglutida e um programa mais amplo de combate \u00e0 obesidade, a gente consiga reduzir essas interna\u00e7\u00f5es e possa de fato avan\u00e7ar cada vez mais na melhoria da qualidade de vida&#8221;.<\/p>\n<p>De acordo com o secret\u00e1rio, a Prefeitura j\u00e1 est\u00e1 em contato com quatro laborat\u00f3rios: a Novo Nordisk, e outros tr\u00eas que devem come\u00e7am a fabricar o medicamento a partir da quebra da patente.<\/p>\n<p>Soranz garante que a medica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 oferecida dentro de um tratamento integrado: &#8220;o desenho cl\u00ednico de acompanhamento do paciente vai ser a partir das Cl\u00ednicas da Fam\u00edlia. O m\u00e9dico da fam\u00edlia vai definir qual o protocolo terap\u00eautico. Se vai precisar tomar medica\u00e7\u00e3o, fazer dieta, exerc\u00edcio, se precisa de cirurgia bari\u00e1trica.&#8221;<\/p>\n<p>Para a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o ideal seria que os pacientes tivessem acesso a centros de tratamento multidisciplinares: &#8220;um lugar completo, que voc\u00ea tenha educador f\u00edsico, nutricionista, psic\u00f3logo, psiquiatra, endocrinologista, cl\u00ednico geral que possa acompanhar esse tratamento. Eu realmente vejo como uma necessidade ter uma equipe multiprofissional, porque a obesidade \u00e9 multifatorial. A medica\u00e7\u00e3o trata a obesidade, mas ela n\u00e3o trata os motivos que levaram ao ganho de peso&#8221;.<\/p>\n<p>A endocrinologista alerta tamb\u00e9m que os programas p\u00fablicos precisam de protocolos para garantir o melhor uso dessa estrat\u00e9gia: &#8220;Aqui no Iede, por exemplo, a gente est\u00e1 dispensando a Liraglutida para pacientes com obesidade acentuada, que n\u00e3o responderam a outras medica\u00e7\u00f5es, que t\u00eam outras comorbidades. E diante desse quadro, vale a pena voc\u00ea investir em uma medica\u00e7\u00e3o mais cara&#8221;.<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo as bulas dos medicamentos dispon\u00edveis no Brasil \u2013 o Saxenda, que cont\u00e9m liraglutida, e o Wegovy que cont\u00e9m semaglutida \u2013 indicam que eles indicados para uso de adultos com \u00edndice de massa corporal acima de 30 quilos por metro quadrado (kg\/m\u00b2), o que caracteriza obesidade, ou 27kg\/m2, na faixa de sobrepeso, desde que o paciente tenha algum problema de sa\u00fade relacionado a essa condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os medicamentos tamb\u00e9m podem ser usados por adolescentes acima de 12 anos com obesidade e pelo menos 60kg. Em todos os casos, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o medicamento seja associado a dieta e exerc\u00edcios f\u00edsicos.<\/p>\n<h2>Uso est\u00e9tico<\/h2>\n<p>J\u00e1 o rem\u00e9dio a base de semaglutida com nome de marca mais famoso, o Ozempic, n\u00e3o tem recomenda\u00e7\u00e3o em bula para uso contra a obesidade, mas apenas para pacientes adultos com diabetes tipo 2 n\u00e3o controlada.<\/p>\n<p>Ainda assim, a efic\u00e1cia das subst\u00e2ncias t\u00eam atra\u00eddo muitas pessoas que n\u00e3o se encaixam nos crit\u00e9rios, mas querem emagrecer por raz\u00f5es est\u00e9ticas. A venda de todos esses rem\u00e9dios exige apresenta\u00e7\u00e3o de receita m\u00e9dica, mas como a receita n\u00e3o \u00e9 retida, \u00e9 poss\u00edvel adquirir sem recomenda\u00e7\u00e3o. A Anvisa est\u00e1 discutindo se eles devem ser colocados na mesma categoria dos antibi\u00f3ticos, o que obrigaria as farm\u00e1cias a ficarem com uma via da receita, com identifica\u00e7\u00e3o do comprador.<\/p>\n<p>Em dezembro, as sociedades brasileiras de Endocrinologia e Metabologia e de Diabetes e a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira para o Estudo da Obesidade e da S\u00edndrome Metab\u00f3lica divulgaram uma carta aberta defendendo a reten\u00e7\u00e3o de receita para a venda dos agonistas de GLP-1. No texto, dizem que &#8220;a venda sem receita, apesar de irregular, \u00e9 frequente&#8221; e que &#8220;o uso indiscriminado gera preocupa\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e ao acesso daqueles que realmente necessitam do tratamento&#8221;.<\/p>\n<p>Karen de Marca refor\u00e7a que as pessoas que tomam esses rem\u00e9dios sem acompanhamento muitas vezes n\u00e3o fazem a dosagem adequada e t\u00eam mais risco de sofrer efeitos adversos como n\u00e1useas, distens\u00e3o abdominal, constipa\u00e7\u00e3o ou diarreia. O uso incorreto tamb\u00e9m pode agravar transtornos psicol\u00f3gicos e alimentares.<\/p>\n<p>&#8220;Uma pessoa que tenha fixa\u00e7\u00e3o com a autoimagem, em ficar magra, pode \u00e0s vezes acabar usando uma dose excessiva da medica\u00e7\u00e3o sem nenhum tipo de indica\u00e7\u00e3o. A gente v\u00ea que existe tamb\u00e9m uma perda de massa magra que pode deflagrar um processo de sarcopenia. Pode tamb\u00e9m ter uma depend\u00eancia, no sentido de n\u00e3o se ver sem aquela medica\u00e7\u00e3o, porque precisa se sentir magra&#8221;.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga Flavia Ferreira da Silva refor\u00e7a o alerta. Ela come\u00e7ou a usar os medicamentos depois de ser diagnosticada com pr\u00e9-diabetes e estenose hep\u00e1tica, al\u00e9m da obesidade. Mas sempre com acompanhamento m\u00e9dico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 importante pra lidar com a ansiedade e, \u00e0s vezes, a disforia corporal, porque voc\u00ea muda muito r\u00e1pido de corpo e precisa entender que esse corpo novo est\u00e1 em processo, e muita gente n\u00e3o consegue acompanhar a imagem, fica muito magro achando que ainda precisa perder mais. E tamb\u00e9m tem a vergonha de emagrecer com uma medica\u00e7\u00e3o como essa, como se fosse um fracasso, porque n\u00e3o conseguimos sozinhos, com exerc\u00edcio&#8221;.<\/p>\n<p>Quando iniciou o tratamento, Fl\u00e1via estava com 98kg e hoje pesa cerca de 70kg: &#8220;Ser gordo n\u00e3o \u00e9 um problema, mas a obesidade cr\u00f4nica sim. Mesmo que vc n\u00e3o tenha nada nos exames, tem quest\u00f5es na coluna, joelhos, articula\u00e7\u00f5es. Hoje todas as minhas taxas est\u00e3o boas, a\u00e7\u00facar, colesterol.&#8221;<\/p>\n<p>Mas a experi\u00eancia de Fl\u00e1via n\u00e3o \u00e9 universal, o que refor\u00e7a a necessidade de acompanhamento individualizado. O engenheiro de computa\u00e7\u00e3o Danilo Vidal Ribeiro tem diabetes tipo 2 e come\u00e7ou a usar a semaglutida para tentar controlar melhor seus n\u00edveis de glicose e tamb\u00e9m perder peso, mas o tratamento n\u00e3o foi bem sucedido.<\/p>\n<p>&#8220;Eu utilizei por cerca de dois meses, mas ficava com muita dor no abd\u00f4men, parecia que o est\u00f4mago estava inchado, sempre cheio e do\u00eda muito. Passei at\u00e9 uma noite no pronto-socorro para observar se tinha alguma coisa extra que poderia ser pior. Fiz exames, mas n\u00e3o apontaram nada&#8221;.<\/p>\n<p>Hoje, com o uso de outro medicamento e mudan\u00e7as na alimenta\u00e7\u00e3o, Danilo est\u00e1 conseguindo manter a doen\u00e7a controlada e faz um alerta para todas as pessoas seduzidas pela promessa de perda de peso f\u00e1cil e r\u00e1pida:<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Qualquer rem\u00e9dio que voc\u00ea usa sem aux\u00edlio m\u00e9dico para tentar atingir o objetivo de perder peso, ou at\u00e9 mesmo para controlar a diabetes, voc\u00ea corre um grande risco. E n\u00e3o s\u00f3 passar mal, como aconteceu no meu caso, mas voc\u00ea pode ter s\u00e9rias complica\u00e7\u00f5es para sua sa\u00fade. Com certeza \u00e9 preocupante o uso indiscriminado&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cidade do Rio de Janeiro planeja um novo programa de combate \u00e0 obesidade que vai oferecer medicamentos como a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":""},"categories":[5],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"colormag-highlighted-post":false,"colormag-featured-post-medium":false,"colormag-featured-post-small":false,"colormag-featured-image":false},"uagb_author_info":{"display_name":"Redator","author_link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/author\/admin\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A cidade do Rio de Janeiro planeja um novo programa de combate \u00e0 obesidade que vai oferecer medicamentos como a","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23501"}],"collection":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23501"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23501\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23501"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23501"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23501"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}