{"id":26817,"date":"2025-04-26T15:51:47","date_gmt":"2025-04-26T18:51:47","guid":{"rendered":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2025\/04\/cuidado-cardiovascular-deve-fazer-parte-do-acompanhamento-do-diabetes\/"},"modified":"2025-04-26T15:51:47","modified_gmt":"2025-04-26T18:51:47","slug":"cuidado-cardiovascular-deve-fazer-parte-do-acompanhamento-do-diabetes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2025\/04\/cuidado-cardiovascular-deve-fazer-parte-do-acompanhamento-do-diabetes\/","title":{"rendered":"Cuidado cardiovascular deve fazer parte do acompanhamento do diabetes"},"content":{"rendered":"<div>\n<p style=\"text-align:center;\"><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-04\/cuidado-cardiovascular-deve-fazer-parte-do-acompanhamento-do-diabetes\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" style=\"height: 54px;\"><\/a><\/p>\n<p>O cuidado no acompanhamento de pacientes com diabetes n\u00e3o pode se resumir\u00a0ao controle da glicose. Membro da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Bruno Bandeira destaca que <strong>as complica\u00e7\u00f5es da doen\u00e7a podem estar fortemente ligadas a problemas cardiovasculares, criando quadros desafiadores para a qualidade de vida dos pacientes<\/strong>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1640305&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1640305&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><\/p>\n<p>\u201cO que mais preocupa n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a glicose alta. O diabetes anda de m\u00e3os dadas com press\u00e3o elevada e com colesterol alto, o que aumenta o risco de infarto, de acidente vascular cerebral (AVC) e insufici\u00eancia renal. Diabetes \u00e9 uma das principais causas de hemodi\u00e1lise. Muita gente s\u00f3 descobre a doen\u00e7a quando j\u00e1 existe a complica\u00e7\u00e3o grave. A doen\u00e7a gera sofrimento, incapacita e sobrecarrega o sistema de sa\u00fade. Por isso, a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o urgente\u201d, afirma Bandeira.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-03\/anvisa-aprova-primeira-insulina-semanal-para-tratar-diabetes-1-e-2\">Anvisa aprova primeira insulina semanal para tratar diabetes 1 e 2.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2024-08\/brasil-inaugura-fabrica-de-medicamentos-para-diabetes-e-obesidade\">Brasil inaugura f\u00e1brica de medicamentos para diabetes e obesidade.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2024-06\/diabetes-nao-controlado-pode-causar-problemas-cardiovasculares\">Diabetes n\u00e3o controlado pode causar problemas cardiovasculares.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>O cardiologista \u00e9 um dos editores do manual \u201cDiabetes e Doen\u00e7a Cardiovascular\u201d, que ser\u00e1 lan\u00e7ado no 42\u00ba Congresso de Cardiologia, que ocorre entre os dias 8 e 9 de maio, no Expo Mag, no centro do Rio de Janeiro. O manual trata, em oito cap\u00edtulos, de uma vis\u00e3o ampla sobre diagn\u00f3stico, estratifica\u00e7\u00e3o de risco, individualiza\u00e7\u00e3o terap\u00eautica, impacto das comorbidades e estrat\u00e9gias pr\u00e1ticas de acompanhamento dos pacientes. O material ser\u00e1 disponibilizado <a href=\"https:\/\/socerj.org.br\/42congresso\/?gad_source=1&amp;gbraid=0AAAAACNjmIJhK0yddQYtWuxtS5rveRboF&amp;gclid=Cj0KCQjw5azABhD1ARIsAA0WFUG3PB-sJNYjy5846nqIKtNezQEldO4PSvZV7a7I5E5ezvaFxQAtPXgaAqZmEALw_wcB\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">no site da Socerj<\/a> ap\u00f3s o lan\u00e7amento.<\/p>\n<p>\u201cO novo manual surge como uma ferramenta fundamental para o m\u00e9dico que est\u00e1 na linha de frente e para o m\u00e9dico da aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, que \u00e9 aquele que \u00e9 o primeiro contato do paciente com o sistema de sa\u00fade&#8221;, explica o editor, que descreve de que forma essa ajuda se d\u00e1: &#8220;oferecendo orienta\u00e7\u00f5es claras sobre como realizar a avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, rastrear complica\u00e7\u00f5es cardiovasculares \u2014 que s\u00e3o algumas das mais graves consequ\u00eancias do diabetes \u2014 e escolher o tratamento mais adequado, seja ele farmacol\u00f3gico ou cir\u00fargico\u201d.<\/p>\n<h2>Novos medicamentos<\/h2>\n<p>Na vis\u00e3o do cardiologista da\u00a0Socerj, o advento de novas drogas para o tratamento do diabetes, com impacto comprovado na redu\u00e7\u00e3o do risco cardiovascular, trouxe perspectivas transformadoras para a abordagem terap\u00eautica integrada.\u00a0Segundo Bandeira, esses novos medicamentos mudam a l\u00f3gica do tratamento. O\u00a0foco deixa de ser apenas o controle da glicose e passa a ser o paciente como um todo, ao tratar o diabetes tentando evitar um poss\u00edvel problema card\u00edaco.<\/p>\n<p>\u201cAs novas drogas para o tratamento do diabetes s\u00e3o uma revolu\u00e7\u00e3o silenciosa na medicina. Estamos falando de potentes medicamentos chamados de inibidores da SGLT2 (cotransportador de glicose s\u00f3dica 2), os agonistas do GLP1 (pept\u00eddeo semelhante ao glucagon-1) muito importantes hoje na pr\u00e1tica m\u00e9dica. Esses rem\u00e9dios ajudam controlar a glicose e, ao mesmo tempo, protegem o cora\u00e7\u00e3o e os rins. Ou seja, os mecanismos de a\u00e7\u00e3o s\u00e3o m\u00faltiplos. Hoje, at\u00e9 se fala de redu\u00e7\u00e3o do risco de Alzheimer\u201d, diz Bandeira.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico especialista\u00a0tamb\u00e9m cita medicamentos com as subst\u00e2ncias empagliflozina e dapagliflozina que s\u00e3o orais. \u201cA dapagliflozina, hoje, est\u00e1 sendo liberada gratuitamente para pacientes diab\u00e9ticos acima de 65 anos no SUS. Tamb\u00e9m temos a semaglutida, que \u00e9 um medicamento subcut\u00e2neo, uma das canetas para emagrecimento, mas que na verdade serve para o controle do diabetes. Em pacientes obesos, reduz tamb\u00e9m o peso\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=416759:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/JGmqPLUV2_T4tuuINRKPXt6RLmo=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/03\/08\/h2.jpg?itok=EKtXysG-\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 08\/03\/2025 - Anvisa aprova a Awiqli, primeira insulina semanal para tratar diabetes 1 e 2. Foto: Awiqli\/Divulga\u00e7\u00e3o\" title=\"Awiqli\/Divulga\u00e7\u00e3o\"><noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/JGmqPLUV2_T4tuuINRKPXt6RLmo=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/03\/08\/h2.jpg?itok=EKtXysG-\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 08\/03\/2025 - Anvisa aprova a Awiqli, primeira insulina semanal para tratar diabetes 1 e 2. Foto: Awiqli\/Divulga\u00e7\u00e3o\" title=\"Awiqli\/Divulga\u00e7\u00e3o\"><\/noscript><br \/>\n    <!-- END scald=416759 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">\u00a0Anvisa aprova a Awiqli, primeira insulina semanal para tratar diabetes 1 e 2. Foto: Awiqli\/Divulga\u00e7\u00e3o &#8211; <strong>Awiqli\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><!--END copyright=416759--><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2>Desafio de sa\u00fade p\u00fablica<\/h2>\n<p>O subcoordenador do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Saulo Cavalcanti, tamb\u00e9m acredita que <strong>o diabetes \u00e9 um dos maiores desafios da sa\u00fade, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil, como no mundo<\/strong>.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEmbora a doen\u00e7a seja conhecida desde 1.500 antes de Cristo, ainda hoje uma pessoa morre a cada sete segundos no mundo por complica\u00e7\u00f5es causadas pelo diabetes, segundo a Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Diabetes\u201d, disse Cavalcanti.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O endocrinologista acrescenta que a falta de esclarecimento sobre a doen\u00e7a, o custo elevado do tratamento e a baixa ader\u00eancia dos pacientes dificultam a supera\u00e7\u00e3o desse desafio.<\/p>\n<p><strong>A preval\u00eancia de diabetes no pa\u00eds \u00e9 de 10,2% da popula\u00e7\u00e3o, representando cerca de 20 milh\u00f5es de pessoas,<\/strong>\u00a0de acordo com a pesquisa Vigitel Brasil 2023 \u2500 Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico. Esse n\u00famero representa aumento em compara\u00e7\u00e3o a 2021, quando a taxa era de 9,1%. O levantamento mais recente tamb\u00e9m revela que o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a \u00e9 mais comum entre as mulheres (11,1%) do que entre os homens (9,1%)<\/p>\n<p>De acordo com o subcoordenador do Departamento de Diabetes da SBEM, o diabetes tipo 1 responde por 8% dos casos, e o tipo 2, por 90%. \u201cPor estarem assintom\u00e1ticos, apenas cerca de 45% deles [pacientes do tipo 2] sabem que s\u00e3o diab\u00e9ticos, e n\u00e3o fazem tratamento. O diabetes causa les\u00f5es em v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os como cora\u00e7\u00e3o, rins, c\u00e9rebro e\u00a0olhos. A maioria dos diab\u00e9ticos chega para o m\u00e9dico em fases avan\u00e7adas da doen\u00e7a com progn\u00f3stico pior. Diabetes n\u00e3o tem cura, tem controle\u201d.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cuidado no acompanhamento de pacientes com diabetes n\u00e3o pode se resumir\u00a0ao controle da glicose. 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