{"id":34953,"date":"2026-01-06T18:04:05","date_gmt":"2026-01-06T21:04:05","guid":{"rendered":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2026\/01\/brasileiros-publicam-maior-estudo-ja-feito-sobre-sequelas-do-zika\/"},"modified":"2026-01-06T18:04:05","modified_gmt":"2026-01-06T21:04:05","slug":"brasileiros-publicam-maior-estudo-ja-feito-sobre-sequelas-do-zika","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2026\/01\/brasileiros-publicam-maior-estudo-ja-feito-sobre-sequelas-do-zika\/","title":{"rendered":"Brasileiros publicam maior estudo j\u00e1 feito sobre sequelas do zika"},"content":{"rendered":"<div>\n<p style=\"text-align:center;\"><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-01\/brasileiros-publicam-maior-estudo-ja-feito-sobre-sequelas-do-zika\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" style=\"height: 54px;\"><\/a><\/p>\n<p>Pesquisadores de diferentes estados e institui\u00e7\u00f5es brasileiras publicaram, no fim do ano passado, o maior estudo do mundo sobre os principais efeitos do v\u00edrus Zika na inf\u00e2ncia. <strong>Com dados de 12 centros de pesquisa do pa\u00eds,<\/strong> <strong>o Cons\u00f3rcio Brasileiro de Coortes de Zika (ZBC-Cons\u00f3rcio) reuniu\u00a0informa\u00e7\u00f5es de 843 crian\u00e7as brasileiras com microcefalia, nascidas entre janeiro de 2015 e julho de 2018, nas regi\u00f5es Norte, Nordeste e Sudeste do pa\u00eds<\/strong>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1674336&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1674336&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><\/p>\n<p>A pesquisadora Maria Elizabeth Lopes Moreira, do Instituto Nacional de Sa\u00fade da Mulher, da Crian\u00e7a e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF\/Fiocruz), que integra o\u00a0ZBC-Cons\u00f3rcio, destacou nesta ter\u00e7a-feira (6) \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> a import\u00e2ncia do estudo.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-01\/veja-dicas-de-cuidados-com-criancas-nas-ferias-para-evitar-acidentes\">Veja dicas de cuidados com crian\u00e7as nas f\u00e9rias para evitar acidentes.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/internacional\/noticia\/2025-12\/mercosul-defende-medidas-para-protecao-de-criancas-no-ambiente-digital\">Mercosul defende medidas para prote\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as no ambiente digital.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-01\/crianca-com-microcefalia-causada-por-zika-tem-mais-risco-de-internacao\">Crian\u00e7a com microcefalia causada por Zika tem mais risco de interna\u00e7\u00e3o.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 estudo anterior publicado com esse n\u00famero de crian\u00e7as\u201d,<\/p>\n<p>A pesquisa foi publicada\u00a0no \u00faltimo dia 29 de dezembro de 2025, <a href=\"https:\/\/journals.plos.org\/globalpublichealth\/article?id=10.1371\/journal.pgph.0005425\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">no peri\u00f3dico cient\u00edfico focado em sa\u00fade p\u00fablica PLOS Global Public Health<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Os dados foram investigados para\u00a0descrever\u00a0os casos, uniformizar as informa\u00e7\u00f5es e definir qual \u00e9 o espectro da microcefalia causada por esse v\u00edrus.<\/strong><\/p>\n<p>Maria Elizabeth lembrou que a maior incid\u00eancia de microcefalia por Zika do mundo ocorreu no Brasil, que viveu uma epidemia da doen\u00e7a entre 2015 e 2016.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da pesquisadora do IFF\/Fiocruz, <strong>o resultado mais importante do estudo foi a defini\u00e7\u00e3o de como era a morfologia dessa microcefalia, isto \u00e9, o que ela apresentava de diferente em rela\u00e7\u00e3o a outras microcefalias por outras causas.<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Maria Elizabeth, o que torna o estudo especial \u00e9 que os pesquisadores pegaram o banco de dados original e separaram todos os casos. \u201cAl\u00e9m do grande n\u00famero, foram examinados os dados prim\u00e1rios dos diferentes estudos no Brasil\u201d.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, a caracteriza\u00e7\u00e3o da S\u00edndrome Cong\u00eanita do Zika (SCZ) se baseava em s\u00e9ries de casos e estudos com poucos participantes ou em estudos individuais.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 o tamanho relativamente grande da amostra permitiu observar que, entre as crian\u00e7as com microcefalia, existe um espectro de gravidade e diferentes tipos de manifesta\u00e7\u00f5es da S\u00edndrome\u201d, completou.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cAgora, a gente tem mais capacidade de dar respostas para o sistema p\u00fablico de sa\u00fade\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O professor da Universidade de Pernambuco (UPE), Dem\u00f3crito Miranda, ressalta que\u00a0a import\u00e2ncia do estudo \u00e9 consolidar um conhecimento que vem sendo constru\u00eddo nos \u00faltimos dez anos, desde o in\u00edcio da epidemia de microcefalia, identificada inicialmente no Nordeste brasileiro<\/p>\n<h2>Colapso<\/h2>\n<p>Maria Elizabeth explicou que, na maior parte das vezes, quando uma m\u00e3e era infectada no segundo ou no terceiro trimestres da gesta\u00e7\u00e3o, a crian\u00e7a apresentava um c\u00e9rebro que vinha crescendo normalmente e, de repente, come\u00e7ava a ter destrui\u00e7\u00e3o celular e colapsava.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma microcefalia diferente. \u00c9 uma anatomia diferente, vamos dizer assim. \u00c9 muito t\u00edpica da doen\u00e7a por Zika na gravidez. Nas outras microcefalias, o c\u00e9rebro fica pequeno. Na da Zika, n\u00e3o. Voc\u00ea v\u00ea claramente que tem algo diferente. O c\u00e9rebro colapsa, e a estrutura \u00f3ssea colapsa junto tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p>A pesquisadora acrescenta que isso vem associado a dist\u00farbios neurol\u00f3gicos, auditivos e visuais. \u201cE muita convuls\u00e3o de dif\u00edcil controle para essas fam\u00edlias, relacionada\u00a0\u00e0 epilepsia causada pela Zika\u201d.<\/p>\n<h2>Principais resultados<\/h2>\n<p>A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cristina Hofer, descreve\u00a0que as sequelas\u00a0mais frequentes foram as anormalidades estruturais do sistema nervoso central, detectadas por neuroimagem, al\u00e9m de anormalidades nos exames neurol\u00f3gico e oftalmol\u00f3gico. Destacam-se:<\/p>\n<ul>\n<li>a\u00a0microcefalia ao nascer, observada em 71,3% dos casos, dos quais 63,9% eram graves;<\/li>\n<li>a microcefalia p\u00f3s-natal, registrada em 20,4% das crian\u00e7as;<\/li>\n<li>a prematuridade, em 10% e 20%;<\/li>\n<li>o baixo peso ao nascer, com m\u00e9dia de 33,2%, variando de 10% a 43,8%;<\/li>\n<li>e malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas, entre as quais as mais frequentes foram epicanto (40,1%), occipital proeminente (39,2%) e excesso de pele no pesco\u00e7o (26,7%).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Entre as altera\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas, as mais frequentes foram\u00a0d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o social, em cerca de 50% das crian\u00e7as; epilepsia, em 30% a 80%, com m\u00e9dia de 58,3%; e persist\u00eancia de reflexos primitivos, em 63,1%.<\/p>\n<p>No que tange ao comprometimento sensorial, observou-se altera\u00e7\u00f5es oftalmol\u00f3gicas em at\u00e9 67,1% dos casos; e altera\u00e7\u00f5es auditivas menos frequentes, mas presentes.<\/p>\n<p>Exames de neuroimagem constataram ainda calcifica\u00e7\u00f5es cerebrais em 81,7%; ventriculomegalia em 76,8%; e atrofia cortical em cerca de 50%.<\/p>\n<p><strong>Maria Elizabeth destacou que em torno de 30% das 853 crian\u00e7as objeto do estudo j\u00e1 morreram.<\/strong> As que permanecem vivas est\u00e3o com idades entre 8 e 10 anos, e enfrentam dificuldades na inclus\u00e3o escolar em muitos casos. \u201cAlgumas nem conseguem, porque t\u00eam problema de paralisia cerebral grave. As que v\u00e3o, t\u00eam um d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o grande e de aprendizagem tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n<h2>Recomenda\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>N\u00e3o existe um tratamento espec\u00edfico para o zika v\u00edrus, refor\u00e7ou a pesquisadora do IFF\/Fiocruz. Diante disso, <strong>a primeira recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 a mulher gr\u00e1vida buscar evitar, o m\u00e1ximo poss\u00edvel, estar em zonas infestadas pelo mosquito\u00a0<em>Aedes aegypti,<\/em> transmissor da doen\u00e7a<em>,\u00a0<\/em>em \u00e9pocas de epidemia, al\u00e9m de usar repelentes e\u00a0roupas de mangas compridas, preferivelmente\u00a0em ambientes com ar condicionado.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cCoisas bem complicadas para uma determinada faixa da popula\u00e7\u00e3o\u201d, reconhece Maria Elizabeth, que afirmou que, ao nascer, as crian\u00e7as devem iniciar estimula\u00e7\u00e3o precoce o mais r\u00e1pido poss\u00edve,\u00a0porque \u00e9 caracter\u00edstica\u00a0da crian\u00e7a ter a capacidade de formar novas c\u00e9lulas.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEla tem essa possibilidade. Ainda est\u00e1 formando novas c\u00e9lulas, e essas novas c\u00e9lulas na crian\u00e7a s\u00e3o formadas por estimula\u00e7\u00e3o. Quanto mais voc\u00ea estimular com estimula\u00e7\u00e3o essencial, fisioterapia, fonoaudiologia, melhor vai ser o progn\u00f3stico da crian\u00e7a\u201d, disse Maria Elizabeth.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Segundo ela, isso se aplica a qualquer crian\u00e7a. <strong>Se a m\u00e3e foi exposta ao v\u00edrus na gravidez, mesmo que a crian\u00e7a, ao nascer, n\u00e3o apresente microcefalia, ela deve ser mais estimulada.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cPorque as crian\u00e7as cujas m\u00e3es tiveram exposi\u00e7\u00e3o (ao v\u00edrus), mas n\u00e3o tiveram microcefalia, tamb\u00e9m podem ter atraso de desenvolvimento. E essas respondem muito bem \u00e0s estimula\u00e7\u00f5es precoces\u201d.<\/p>\n<p>Maria Elizabeth estima\u00a0que, em tempos de epidemia, 70% das mulheres gr\u00e1vidas t\u00eam Zika e n\u00e3o sabem. \u201cOu seja, \u00e9 assintom\u00e1tico. At\u00e9 hoje, n\u00e3o existe um exame que distinga se uma gr\u00e1vida teve Zika ou n\u00e3o. Uma boa sorologia para Zika ainda n\u00e3o existe\u201d.<\/p>\n<p>A pesquisadora\u00a0disse que uma mulher s\u00f3 vai saber se teve Zika quando os ultrassons durante a gravidez detectarem uma microcefalia, e algum tipo de interven\u00e7\u00e3o s\u00f3 poder\u00e1 ser feito depois do nascimento da crian\u00e7a, com est\u00edmulos. \u201cO beb\u00ea tem uma coisa chamada neuroplasticidade, ou seja, ele \u00e9 capaz de formar novas c\u00e9lulas\u201d.<\/p>\n<h2>Cuidados permanentes<\/h2>\n<p>Uma crian\u00e7a que nasce com o v\u00edrus da Zika tem de ter cuidados a vida inteira, recomendou o pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da UPE, Ricardo Ximenes.<\/p>\n<p>\u201cEsses graves danos ao sistema nervoso central (SNC) exigem cuidados multidisciplinares e assist\u00eancia de diferentes especialidades m\u00e9dicas e de outras \u00e1reas da sa\u00fade\u201d.<\/p>\n<p>Mais uma vez, a\u00a0pesquisadora do IFF\/Fiocruz ponderou que o acesso a esses cuidados tem obst\u00e1culos\u00a0no Brasil, levando as m\u00e3es a peregrinarem pelos diferentes servi\u00e7os do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma carga social muito grande para as fam\u00edlias\u201d, manifestou, acrescentando que, em muitos casos, o marido abandonou a fam\u00edlia appos o diagn\u00f3stico, deixando todo o peso para uma\u00a0m\u00e3e solo.<\/p>\n<p>Maria Elizabeth salientou a necessidade de que seja desenvolvida no Brasil uma vacina para as mulheres em idade f\u00e9rtil, que as impe\u00e7a de terem Zika.\u00a0<\/p>\n<h2>Vida escolar<\/h2>\n<p>Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do estudo, os pesquisadores continuar\u00e3o a acompanhar\u00a0as crian\u00e7as que tiveram Zika, investigando os impactos da doen\u00e7a na vida escolar.<\/p>\n<p>&#8220;Essa \u00e9 a maior dificuldade das crian\u00e7as, principalmente das que n\u00e3o t\u00eam microcefalia, mas cujas m\u00e3es tiveram Zika na gravidez comprovada. Quando nascem, um grupo dessas crian\u00e7as tem microcefalia, e o outro, n\u00e3o. O grupo com microcefalia vai evoluir com muitos problemas. Mas o outro precisa ser acompanhado, porque tamb\u00e9m pode apresentar algum dist\u00farbio de desenvolvimento&#8221;.<\/p>\n<p>Esse acompanhamento \u00e9 importante para permitir que est\u00edmulos precoces possam prevenir problemas mais graves, refor\u00e7a. &#8220;Especialmente a gera\u00e7\u00e3o que nasceu entre 2015 e 2018, deve ter o neurodesenvolvimento mais cuidadosamente investigado pela pediatria de forma geral&#8221;, sugeriu a pesquisadora.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores de diferentes estados e institui\u00e7\u00f5es brasileiras publicaram, no fim do ano passado, o maior estudo do mundo sobre os<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":""},"categories":[5],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"colormag-highlighted-post":false,"colormag-featured-post-medium":false,"colormag-featured-post-small":false,"colormag-featured-image":false},"uagb_author_info":{"display_name":"Redator","author_link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/author\/admin\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pesquisadores de diferentes estados e institui\u00e7\u00f5es brasileiras publicaram, no fim do ano passado, o maior estudo do mundo sobre os","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34953"}],"collection":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34953"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34953\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34953"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34953"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34953"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}