{"id":36203,"date":"2026-02-05T09:04:31","date_gmt":"2026-02-05T12:04:31","guid":{"rendered":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2026\/02\/vigitel-92-das-brasileiras-entre-50-e-69-anos-fizeram-mamografia\/"},"modified":"2026-02-05T09:04:31","modified_gmt":"2026-02-05T12:04:31","slug":"vigitel-92-das-brasileiras-entre-50-e-69-anos-fizeram-mamografia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/2026\/02\/vigitel-92-das-brasileiras-entre-50-e-69-anos-fizeram-mamografia\/","title":{"rendered":"Vigitel: 92% das brasileiras entre 50 e 69 anos fizeram mamografia"},"content":{"rendered":"<div>\n<p style=\"text-align:center;\"><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-02\/vigitel-92-das-brasileiras-entre-50-e-69-anos-fizeram-mamografia\"><br \/>\n                    <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" style=\"height: 54px;\"><\/a><\/p>\n<p>A pesquisa do Sistema de Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico (Vigitel) do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade divulgado em 28 de janeiro mostrou que a frequ\u00eancia de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram exame de mamografia em algum momento de suas vidas aumentou no per\u00edodo entre 2007 e 2024, variando de 82,8% para 91,9%.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1677082&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1677082&amp;o=rss\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"><\/p>\n<p>Segundo o levantamento, foram observados aumentos em todas as faixas de idade e n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s faixas de idade, o maior aumento foi visto nas mulheres com idade entre 60 e 69 anos, variando de 81%, em 2007, a 93,1% em 2024. Quanto ao n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o, o maior aumento foi averiguado entre mulheres sem instru\u00e7\u00e3o e fundamental incompleto, variando de 79,1%, em 2007, a 88,6% em 2024.<\/p>\n<\/p>\n<h3>Not\u00edcias relacionadas:<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-02\/brasil-deve-ter-781-mil-novos-casos-de-cancer-por-ano-ate-2028\">Brasil deve ter 781 mil novos casos de c\u00e2ncer por ano at\u00e9 2028.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-12\/lei-garante-mamografia-pelo-sus-para-mulheres-partir-dos-40-anos\">Lei garante mamografia pelo SUS para mulheres a partir dos 40 anos.<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-01\/casos-de-cancer-de-pele-saltam-de-4-mil-para-mais-de-72-mil-em-10-anos\">Casos de c\u00e2ncer de pele saltam de 4 mil para mais de 72 mil em 10 anos.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tamb\u00e9m foi observado que a frequ\u00eancia de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram mamografia nos \u00faltimos dois anos aumentou na faixa de 60 a 69 anos, variando de 67,2%, em 2007, a 74,2% em 2024.<\/strong><\/p>\n<p>O ministro da Sa\u00fade, Alexandre Padilha, disse que um quarto dos casos de c\u00e2ncer de mama detectados ocorrem na faixa et\u00e1ria de 40 a 49 anos. Ele\u00a0 refor\u00e7a a import\u00e2ncia da expans\u00e3o da mamografia para esse p\u00fablico com um esfor\u00e7o do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) para o diagn\u00f3stico precoce.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Nesta quinta-feira (5), \u00e9 celebrado o Dia da Mamografia.<\/strong><\/p>\n<p>Em setembro de 2025, o minist\u00e9rio expandiu a mamografia para mulheres de 40 a 49 anos de idade, mesmo que n\u00e3o apresentem sinais ou sintomas de c\u00e2ncer. Segundo a pasta, mulheres nessa faixa de idade tinham dificuldade com o exame na rede p\u00fablica de sa\u00fade em fun\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rico familiar ou necessidade de j\u00e1 apresentar sintomas. Mesmo assim, as mamografias no SUS em pacientes com menos de 50 anos representam 30% do total, equivalente a mais de 1 milh\u00e3o em 2024.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cOutra medida \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o da faixa et\u00e1ria para rastreamento ativo, quando a mamografia deve ser solicitada de forma preventiva a cada dois anos. A idade limite, que at\u00e9 ent\u00e3o era de 69 anos, passar\u00e1 a ser de at\u00e9 74 anos. Quase 60% dos casos da doen\u00e7a est\u00e3o concentrados dos 50 aos 74 anos e o envelhecimento \u00e9 um fator de risco\u201d, explicou o minist\u00e9rio.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o mais comum e o que mais mata mulheres, com 37 mil mortes\u00a0por ano.<\/strong><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2026-02\/brasil-deve-ter-781-mil-novos-casos-de-cancer-por-ano-ate-2028\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">publica\u00e7\u00e3o Estimativa 2026-2028: Incid\u00eancia de C\u00e2ncer no Brasil<\/a>, do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca), divulgada nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do C\u00e2ncer, mostrou que o n\u00famero estimado de casos novos de c\u00e2ncer de mama no Brasil por ano entre 2026 e 2028 \u00e9 de 78.610.<\/p>\n<p><strong>De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia Regional Rio de Janeiro, Bruno Giordano, milhares de mulheres ainda chegam aos servi\u00e7os de sa\u00fade em fases avan\u00e7adas da doen\u00e7a, o que compromete o sucesso do tratamento e aumenta o risco de mortalidade.<\/strong><\/p>\n<p>Para o m\u00e9dico, esse quadro est\u00e1 diretamente ligado \u00e0 baixa cobertura da mamografia em parte da popula\u00e7\u00e3o, \u00e0s dificuldades de acesso \u00e0 rede de atendimento e ao tempo prolongado entre o exame, a confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica e o in\u00edcio da terapia, fatores que seguem como entraves hist\u00f3ricos no sistema de sa\u00fade.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA mamografia \u00e9 o principal exame para detectar o c\u00e2ncer de mama em fases iniciais, muitas vezes antes mesmo do surgimento de qualquer sintoma. Quando conseguimos diagnosticar precocemente, ampliamos de forma significativa as chances de tratamento eficaz e reduzimos a mortalidade\u201d, explica o mastologista.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Estilo de vida<\/h2>\n<p><strong>Giordano lembra ainda que, al\u00e9m do exame peri\u00f3dico da mamografia, o combate \u00e0 doen\u00e7a passa tamb\u00e9m pela ado\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos saud\u00e1veis e pela educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade.<\/strong> A pr\u00e1tica regular de atividade f\u00edsica, a manuten\u00e7\u00e3o do peso adequado, a alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada e a redu\u00e7\u00e3o do consumo de \u00e1lcool s\u00e3o medidas associadas \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o do risco de desenvolvimento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Para o m\u00e9dico, essas a\u00e7\u00f5es precisam caminhar junto com pol\u00edticas p\u00fablicas que ampliem o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e aos servi\u00e7os de diagn\u00f3stico. Ele destaca que, para as mulheres diagnosticadas, \u00e9 muito importante que lhes seja dado o acesso ao tratamento imediatamente, respeitando a lei dos 60 dias, que garante a todo paciente com neoplasia maligna (c\u00e2ncer) o direito de iniciar o primeiro tratamento (cirurgia, quimioterapia, hormonioterapia ou radioterapia) no SUS em at\u00e9 60 dias ap\u00f3s o diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p><strong>O presidente da SBM-RJ ressalta que cada exame realizado representa uma oportunidade concreta de salvar vidas.<\/strong> \u201cN\u00e3o podemos esquecer que, se diagnosticado precocemente, as chances de cura podem chegar a 95%. Nosso compromisso \u00e9 ampliar o acesso, reduzir desigualdades e fazer com que a mamografia seja parte da rotina de cuidado das mulheres. Essa \u00e9 uma responsabilidade coletiva, que envolve gestores, profissionais de sa\u00fade e toda a sociedade\u201d.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pesquisa do Sistema de Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico (Vigitel) do<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":""},"categories":[5],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"colormag-highlighted-post":false,"colormag-featured-post-medium":false,"colormag-featured-post-small":false,"colormag-featured-image":false},"uagb_author_info":{"display_name":"Redator","author_link":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/author\/admin\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A pesquisa do Sistema de Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico (Vigitel) do","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36203"}],"collection":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36203"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36203\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/dotwork.com.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}